
E o que mais impressiona é que toda essa choradeira (e a incitação de rivalidade que vem com toda a gozação) é que ela parte de cima para baixo. Ou seja, os dirigentes do clube em questão são os grandes “inconformados” de plantão, aumentando ainda mais a repercurssão de episódios como o da final da Taça Guanabara e a “perseguição” dos árbitros ao São Paulo. A postura ridícula de figuras como Carlos Augusto Montenegro, do Botafogo, e Marco Aurélio Cunha, do São Paulo, mostram que nos momentos que a racionalidade de um dirigente de clube de massa deve imperar, ambos tem comportamentos de torcedores de boteco, acusando juízes, ofendendo jogadores e torcedores adversários. Atitudes essas que podem ter seus extremos externados nas arquibancadas, em dias de jogo.

A rinha que se formou entre Flamengo e Botafogo beira o ridículo. Qualquer espirro do rival é motivo para pitacos imbecis tanto de Kleber Leite quanto de Montenegro. Chorão pra cá, ladrão pra lá e ocirco está formado. As recentes decarações de Montenegro sobre o episódio envolvendo Toró e o goleiro Castillo mostram a que nível está esse embate: “Concordo em gênero, número e grau com o Toró quando ele diz que futebol é para macho. Mas futebol não é para covarde e marginal. Quem agride gandula e chuta a cabeça de um adversário é covarde.”. Imaginem agora se os dois se cruzam numa eventual final de Carioca. A primeira má interpretação, carrinho mais forte ou contato mais ríspido farão com que a partida vira várzea, guerra. Ou não vão querer quebrar o Souza, o Toró, o Castillo ou quem quer que seja?
Essas picuinhas todas, de querer ferrar com o rival até em quem aperta primeiro o botão do elevador estão deixando o futebol em terceiro plano. A reclamação deve existir, mas em moldes aceitáveis. Ou então quem está reclamando pode se tornar tão “bandido” quanto pregam nos seus eternos chororôs. Mais ação dentro de campo, menos lenço fora deles.
4 comentários:
O chororô também ocorreu esta semana na espanha quando os jogadores do Bétis vieram a público implorar para não serem punidos pela agressão sofrida pelo goleiro do Atl de Bilbao por um torcedor no estádio de Sevilla.
Tirando os dirigentes, a choradeira começa a partir do banco de reservas. O maior exemplo é Emerson Leão que sempre que perde um jogo reclama com o juiz ou culpa um auxiliar de arbitragem. Dificil mesmo está reconhecer o mérito do adversário, mas 3 pênatis também é demais!! rsrsrsrs
Essa história ainda vai dar muito pano pra manga...
O chororô tá na moda. Além de piada, já perdeu a credibilidade. E não é só no futebol...essa semana na F1 os brasileiros honraram a tradição nacional.
Belo post, Coxa.
Erros acontecem, mas punições devem ser medidos por dificuldades. Em ambas partidas não houve uma falha crassa. Essa choradeira é ridícula msm
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