
Além da perda de boa parte da receita das finanças dos donos de clube, como Abramovitch, alguns clubes da rica Premier League sofreram com desfalques nas finanças: o Manchester United não renovará o patrocínio de camisa com os americanos da AIG em 2010 – seguradora que está recebendo ajuda governamental por conta da crise – no valor de 15 milhões de euros por ano e o West Ham perdeu o patrocínio da XL Holidays no valor de seis milhões de euros, passando quase quatro meses sem patrocínio de camisa. Assinou com a asiática Sbobet, especializadas em apostas, por metade do patrocínio anterior. O Manchester United se abalou pouco por ter uma das marcas mais valiosas no futebol enquanto os Hammers tiveram que se desfazer de seu principal jogador, o galês Craig Bellamy, vendido ao City por 15 milhoões de euros. Além disso, o seu proprietário, o islandês Bjorgolfur Gudmundsson, colocou a equipe a venda, já que a Islândia foi um dos principais países afetados pela crise econômica, por se tratar de um país majoritariamente composto por bancos. Gudmundsson – um dos donos do Landisbank – perdeu muito capital e viu o banco em que invetia ações falir e colocou os Hammers à venda apenas dois anos depois de sua aquisição para minimizar os prejuízos.

Recentemente, as cotas da Premier League foram renovadas por mais três temporadas. A inglesa BSkyB (cinco pacotes, 115 jogos) e a irlandesa Setanta (um pacote, 23 jogos) fecharam as exclusividades de transmitir a principal liga nacional da Europa por 2,04 bilhões de euros, valor pouco maior que a cota anterior, de 1,94 bilhões de euros. Além dos bilhões das TVdesse montante, a BBC inglesa garantiu sua parte da cota - que dá direito ao principal jogo da rodada, mais o resumo das outras partidas - por 188 milhões de euros. No entanto,a euforia pelo aumento das cifras foi podada devido a desvalorzação da libra esterlina - moeda corrente na Inglaterra - frente ao Euro, fato esse que freou algumas negociações e fará com que o aumento real na parcela repassada aos clubes - 56% do total somado ao respectivo desempenho dos clubes na liga - seja bem menor do que o esperado.

As dez maiores transferências da janela de inverno na Europa (segundo o site Transfermarkt):

Lassana Diarra - Portsmouth para o Real Madrid, 20.000.000 €
Nigel de Jong - Hamburg para o Manchester City, 19.500.000 €
Robbie Keane - Liverpool para Tottenham Hotspur, 16.700.000 €
Andrey Arshavin - Zenit para o Arsenal, 16.500.000 €
Jermain Defoe - Porsmouth para o Tottenham Hotspur, 16.400.000 €
Craig Bellamy - West Ham para oManchester City, 15.500.000 €
Wilson Palacios - Wigan para o Tottenham Hotspur, 15.000.000 €
Wayne Bridge - Chelsea para o Manchester City, 13.000.000 €
Savio Nsereko - Brescia para o West Ham, 11.000.000 €
2 comentários:
O Tottenham contratou bastante, querendo resgatar o futebol de temporadas passadas. A ida de Arshavin para o Arsenal, ao meu ver, foi a contratação mais interessante dessa janela.
Abraço,
Felipe Moraes
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