27.6.10

A história favoreceu os garotos

Alemanha: classificada e "vingada" por 1966

Imprevisível. É o adjetivo que pode qualificar a partida no Free State Stadium entre Inglaterra e Alemanha pelas oitavas de final, a melhor da Copa do Mundo até aqui. Não somente pela partida em si, mas pelos elementos que a envolveram. Em dado momento, parecia que os ingleses que eram o segundo elenco mais jovem da Copa e os alemães, um dos mais experientes.

Capello manteve a formação que conseguiu a classificação diante dos eslovenos, na última rodada do Grupo C. Inclusive com o ineficaz Milner e a linha de quatro homens no meio-campo. Novamente, os dois meias habilidosos da Inglaterra – Lampard e Gerrard – se enroscaram no meio e não conseguiram armar o jogo como deles se espera. Já os alemães voltaram a ter Klose fixo no ataque, com Podolski e Müller aberto nos flancos, enquanto Özil pensava o jogo (o que faltava aos ingleses) e dando jovialidade e dinâmica aos ataques. Pouco mais atrás, Khedira e Schweinsteiger mostraram a versatilidade que se espera de um meiocampista moderno. Valeram os talentos individuais da Alemanha em detrimento dos escondidos ingleses.

No início do jogo, ligações diretas entre defesa e ataque do English Team, enquanto a Alemanha lembrou o bom momento vivido contra a Austrália em sua estreia. Mas o gol de Klose começou em um chutão, que o camisa 11 ganhou na força de Upson e marcou o gol que o igualou a Pelé em tentos marcados na história das Copas: 12 gols. A Inglaterra continuou cochilando até tomar o segundo gol, marcado por Podolski. Então, uma história de quase 44 anos entraria em campo e penderia a balança a favor dos garotos.

O gol do zagueiro Upson colocou a Inglaterra na partida e a equipe de Capello despertou. Até um lance, familiar a ingleses e alemães, sacramentou a partida. Há 44 anos, em Wembley, Geoff Hurst chutava da pequena área, a bola tocava a trave de Tilkowski e tocava fora da meta: o juiz deu gol, a Inglaterra fez 3 a 2 e o gol irregular foi fundamental para o primeiro (e único) título dos criadores do futebol. No Free State, Lampard arrisca de fora da área e a bola pinga dentro do gol do alemão Neuer (33cm, segundo o tira-teima global). O árbitro Jorge Larrionda e seus assistentes não validam o gol e a Alemanha virou o invervalo com vantagem.

Apesar da ironia envolvida, não dá pra se ignorar o erro crasso de uma arbitragem muito mais modernizada que 40 anos atrás. Que assim como em solo britânico, decidiu a partida na África do Sul, mesmo com a atuação impecável feita pelos alemães na segunda etapa. A Inglaterra se atirou ao ataque – talvez cedo demais, da forma como fez – e Müller detonou a equipe vermelha em dois contra-ataques fulminantes. Então, os germânicos – média de idade pouco menor que 25 anos – usaram da experiência e cozinharam os adversários, com autoridade. E ajudaram a manter uma tradição: desde 1938, a Alemanha fica pelo menos entre as oito melhores equipes da Copa.

A Inglaterra volta para casa sem ser sombra de ser a equipe que veio cotada como uma das favoritas. Capello acumulou erros, teve sua cota de azar e perdeu algum comando sobre seu elenco, como no caso Terry. Rooney, Gerrard e Lampard foram decepcionantes.

Já os jovens alemães se agigantam para o prosseguimento do Mundial. E mesmo não sendo constante no bom futebol, a equipe do técnico Joachim Löw soube a hora de jogar bem. E avança para fazer uma boa campanha. Uma Nationalelf cosmopolita, recheada de jovens talentos como Neuer, Khedira, Özil e Müller e assessorada pelos "veteranos" Klose, Schweinsteiger, Lahm e Podolski.

Oitavas de final - Parte 2

Alemanha vs. Inglaterra
O clássico antecipado

Como a Inglaterra não seguiu os prognósticos classificando-se em segundo, já na 2ª fase teremos um clássico internacional. Pela campanha e pelo futebol desempenhado, os alemães saem um pouco na frente. Liderada por Özil, a Nationalelf surpreende com seu futebol vistoso, de bola no chão e muitos passes. O English Team, por outro lado, ainda está devendo melhores apresentações. Com Rooney recuperando-se de lesão e Gerard e Lampard rendendo muito menos do que o esperado, o time da Rainha não se encontra, atuando de forma burocrática. Mesmo assim, não se engane. Os ingleses podem perfeitamente aproveitar-se da inexperiência dos jovens adversários e crescer na competição. Merecem respeito.

Raio-X do Confronto
Alemanha (4-2-3-1): Neuer; Lahm, Friedrich, Mertesacker e Jérome Boateng (Jansen); Khedira e Schweinsteiger (Kroos); Müller, Özil e Podolski; Klose. Técnico: Joachim Löw. Campanha: 3J, 2V, 0E, 1D, 5GP, 1GC – 1º do Grupo D
Inglaterra (4-1-3-2): James; Johnson, Upson (Carragher), Terry e Ashley Cole; Barry; Gerrard, Lampard e Milner; Defoe e Rooney. Técnico: Fábio Capello. Campanha: 3J, 1V, 2E, 0D, 2GP, 1GC – 2º do Grupo C
Desfalques do confronto: O atacante teuto-brasileiro Cacau, lesionado, não joga; já Boateng e Schweinsteiger recuperam-se de lesões e são dúvidas. O zagueiro King é o único inglês contundido que também não participa do jogo
Porque os alemães avançam: Contam com um meio-campo mais criativo e uma equipe mais coesa. Como James não passa confiança, chutes de média distância de Schweinsteiger, e Podolski são uma boa pedida. Sem Ferdinand, o sistema defensivo inglês tornou-se frágil; Özil fará a festa
Porque os ingleses avançam: Possuem um elenco mais tarimbado e experiente. Podem explorar bolas alçadas através da fraca marcação de Lahm e Boateng ou de jogadas rasteiras que deixem o veloz Rooney “mano-a-mano” diante da lenta zaga rival
Palpite: Alemanha 55%, Inglaterra 45%


Argentina vs. México
Clima de revanche

Na reedição de um dos jogos das oitavas da Copa de 2006, os mexicanos chegam “mordidos”, sem admitirem o favoritismo argentino. Se Rafa Márquez tiver liberdade para comandar o meio-campo e Giovani dos Santos finalizar com maior precisão, El Tri até pode complicar. Mas não dá para apostar contra Messi. Decisivo, o meia blaugrana lidera a Argentina e cansa de criar oportunidades para a conclusão de Higuaín. Destaque também para o aguerrido Tevez, avante taticamente perfeito. Aí, fica difícil. Ainda mais com a teimosia de Aguirre, que insiste em não promover Hernandez e Guardado a titulares.

Raio-X do Confronto
Argentina (4-3-3): Romero; Otamendi (Gutierrez), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Verón (Máxi Rodríguez) e Di Maria; Messi, Higuaín e Tevez. Técnico: Diego Maradona. Campanha: 3J, 3V, 0E, 0D, 7GP, 1GC – 1º do Grupo B
México (4-3-3): Óscar Perez; Osorio, Moreno, Rodríguez e Salcido; Rafa Márquez, Juarez e Torrado; Giovani dos Santos, Guille Franco e Barrera. Técnico: Javier Aguirre. Campanha: 3J, 1V, 1E, 1D, 3GP, 2GC – 2º do Grupo A
Desfalques do confronto: O zagueiro argentino Samuel, contundido, não joga; Verón não está 100%, é dúvida. O atacante mexicano Vela também lesionado, não joga
Porque os argentinos avançam: Messi é craque, pode desequilibrar a qualquer momento. Osorio e Salcido avançam com freqüência, Tevez e Di Maria podem aproveitar estes espaços. Além disso, o time é mais habilidoso e conta com um poderoso banco de reservas
Porque os mexicanos avançam: Liderado por Márquez, o meio-campo marca forte, não deixa lacunas. A defesa argentina não é das melhores. Pressionar a saída de bola albiceleste pode fazer com que um atacante apareça livra para marcar.
Palpite: Argentina 65%, México 35%

26.6.10

É preciso "gana" para vencer!


A Celeste entrou em campo como grande favorita. Além de ostentar dois títulos mundiais, a equipe não havia levado nenhum gol na fase de classificação. Já a Coreia do Sul, aos poucos, tenta impor respeito por estar defendendo a Ásia nas últimas sete Copas. Aparentemente mais defensivo, o time asiático partiu para o jogo de igual para igual. Park Chu Young quase abriu o placar ao acertar uma cobrança de falta na trave, mas o castigo veio rápido. Aos 7min, o personagem do jogo começava a dar as caras. Luis Suárez completou o cruzamento de Forlán e abriu o placar para o Uruguai.

Daí entra a parte onde eu fico puto! O Uruguai tinha o jogo na mão. Mais consistente, defesa forte, melhor toque de bola! Tinha tudo para ampliar e garantir com tranquilidade a vaga, mas optou por recuar e ficar dependendo de contra-ataques.

É lógico que a Coreia foi pra cima! Congestionou o meio campo e começou uma pressão sem tamanho contra o gol de Muslera. Um bombardeio, eu diria! O técnico coreano colocou o time pra frente e, de cabeça, Lee Chung Yong empatou.

Foi aí que o Uruguai lembrou de jogar de bola. Lembrou de ter "gana" e de que poderia vencer no tempo normal! Foi para o ataque novamente. Controlou o meio campo e numa bela jogada no bico de área esquerdo, Luis Suárez bateu no ângulo oposto do goleirão. Golaço que pôs a Celeste à frente novamente. O apito final confirmou a classificação quase previsível do Uruguai que, por ação da teimosia em se retrancar após marcar um gol, por pouco não ficou nas mãos dos valentes Guerreiros Taeguk.


A classificação dos Estados Unidos para as oitavas de final foi heróica, o que encheu de moral todo elenco americano. Já Gana chegou na segunda fase da Copa repleta de incertezas e como única representante do decepcionante futebol africano.

Quando a bola rolou no Estádio Royal Bafokeng, os ganeses surpreenderam. Sufocaram o time de Bobby Bradley com velocidade e marcação na saída de bola. Resultado: com cinco minutos de jogo, Prince Boateng partiu com tudo pra cima da zaga e bateu firme no canto direito do goleiro Howard. Um a zero!

Mesmo à frente no placar, Gana continuou no ataque, apertando os Estados Unidos, que só foram se encontrar na partida a partir dos 30min do primeiro tempo. Mais equilibrado, o confronto seguiu brigado no meio campo e com poucas chances de gol.

O time americano demonstrou muita consciência tática e aplicação. Não existe bola perdida para eles. Foi assim que a equipe entrou para a segunda etapa. Com Bradley e Dempsey aparecendo mais no campo de ataque, por vários momentos o empate ficou perto. Até que em uma boa jogada individual de Dempsey, o zagueiro Jonathan cometeu pênalti . Na cobrança, o ídolo Landon Donovan não desperdiçou: 1 a 1! Depois disso, a melhor chance de matar a partida saiu dos pés de Altidore, que mesmo sem equilíbrio perdeu um gol incrível cara a cara com o goleiro Kingson. Como ninguém marcou, prorrogação!

Nem deu pra descansar e Gyan já saiu fazendo o segundo gol dos africanos no início do tempo extra. Bela arrancada em velocidade. Chute forte na saída de Howard. O 2 a 1 deixou Gana em posição de se defender das ofensivas americanas. E isso foi o que aconteceu durante toda a prorrogação. A raça dos jogadores Ianques se fez presente novamente. Correram, se esforçaram ao máximo, mas diferentemente da partida diante da Argélia, dessa vez o gol não saiu!

A vitória de Gana mantém viva nesta Copa a alegria de quem torce pelo continente africano. O seu único representante começa a escrever uma nova página na história do futebol que poderá ser coroada na próxima etapa diante do Uruguai, com a melhor participação de uma equipe da África em uma Copa do Mundo se avançar às semifinais. Me desculpem o trocadilho, mas esse time realmente mostrou "gana" de vencer e pode chegar ainda mais longe!

Oitavas de final - Parte 1

Uruguai vs. Coréia do Sul
Comprovar o novo favoritismo

Embalado pela boa apresentação na primeira fase, o Uruguai chega para o embate contra a Coréia do Sul com status de favorito. Com uma defesa rígida (que ainda não sofreu gols) e um Forlán inspirado, é difícil imaginar que os Tigres Asiáticos possam resistir. Tanto favoritismo pode trazer problemas. Afinal, todo cuidado é pouco com a dupla formada pelos Park (Ji-Sung e Chu-Young). Existe bom entrosamento entre ambos e numa jogada são capazes de definir o duelo. E disposição física e disciplina tática para ficarem aguardando esta única oportunidade, os sul-coreanos têm de sobra.

Raio-X do Confronto
Uruguai (4-3-1-2): Muslera; Max Pereira, Lugano, Godín (Victorino) e Fucile; Areválo, Pérez e Álvaro Pereira; Forlán; Cavani e Suárez. Técnico: Oscar Tabarez. Campanha: 3J, 2V, 1E, 0D, 4GP, 0GC – 1º do Grupo A
Coréia do Sul (4-2-2-2): Jung Sung-Ryong; Cha Du-Ri (Kim Hyung-Il), Lee Jung-Soo, Cho Yong-Hyung e Lee Young-Pyo; Kim Jung-Woo e Ki Sung-Yeung; Lee Chung-Young e Park Ji-Sung; Park Chu-Young e Yeom Ki-Hun. Técnico: Huh Jung-Moo. Campanha: 3J, 1V, 1E, 1D, 5GP, 6GC – 2º do Grupo B
Desfalques do confronto: O zagueiro uruguaio Godín é dúvida.
Porque os uruguaios avançam: Indiscutivelmente têm um time mais técnico. Os sul-coreanos marcam por zona, ou seja, em apenas um lance individual, Forlán, Suárez ou Cavani podem abrir a defesa adversária. A Argentina venceu assim.
Porque os sul-coreanos avançam: Têm muita força de vontade, nunca desistem do jogo. Apesar de alta, a defesa uruguaia tem dificuldades em marcar bolas paradas. O zagueiro Lee Jung-Soo posiciona-se muito bem e já fez 2 gols no torneio dessa maneira.
Palpite: Uruguai 75%, Coréia do Sul 25%


Estados Unidos vs. Gana
Inversão de papéis

Tempos atrás, este confronto seria exemplificado como o duelo entre a retranca norte-americana e a alegria e habilidade ganesa. Quem acompanha o torneio, sabe, atualmente, tudo mudou. Os EUA levam ligeiro favoritismo por terem um meio-campo mais criativo quando comparado ao dos africanos. O trio Donovan-Bradley-Dempsey precisa ser levado a sério. Já Gana, não empolga. Donos de um futebol burocrático, mais preocupado em não tomar gols do que em marcá-los, os Black Stars depositam suas fichas nos pés do oportunista Asamoah Gyan e do habilidoso, por vezes fominha, Ayew.

Raio-X do Confronto
Estados Unidos (4-1-3-2): Howard; Cherundolo, DeMerit, Onyewu e Bocanegra; Bradley; Dempsey, Mo Edu (Torres) e Donovan; Findley e Altidore. Técnico: Bob Bradley. Campanha: 3J, 1V, 2E, 0D, 4GP, 3GC – 1º do Grupo C
Gana (4-2-3-1): Kingson; Pantsil, Jonathan Mensah, Mensah e Sarpei; Annan e Prince Boateng; Tagoe, Asamoah e Ayew; Asamoah Gyan. Técnico: Milovan Rajevac. Campanha: 3J, 1V, 1E, 1D, 2GP, 2GC – 2º do Grupo D
Desfalques do confronto: O zagueiro ganês Vorsah está lesionado.
Porque os norte-americanos avançam: Além de ter um time mais entrosado, enfrentam um adversário mais inexperiente. Os africanos têm dificuldade com as bolas alçadas na área. Lançamentos de Donovan ou Bradley para Altidore são boas armas para fugir da retranca africana.
Porque os ganeses avançam: Marcam muito bem e sabem utilizar seus contra-ataques com eficácia. Como Howard joga avançado e a marcação ianque não é das melhores, há atletas como Gyan, Ayew e Boateng que podem arriscar chutes de média distância. Algo que a Eslovênia fez.
Palpite: Estados Unidos 65%, Gana 35%

Seleção da 3ª rodada

Na última rodada da 1ª fase da Copa do Mundo, os grandes favoritos pelo futebol demonstrado até o momento (Argentina, Holanda, Brasil e Alemanha) não foram muito bem. Exatamente por isso, os destaques vêm de várias seleções consideradas coadjuvantes. Confira:

Goleiro: Quando chegou ao torneio, Kawashima sequer era considerado titular absoluto da meta japonesa. Aos poucos, vem ganhando confiança e progredindo. Não à toa, até pegou o pênalti cobrado por Tomasson, apesar de não ter conseguido evitar o gol no rebote.

Laterais: Ninguém se destacou na posição com apresentações excepcionais. Melhor para o reserva Caniza, que aproveitou o fato de substituir Bonet e quase marcou para os paraguaios em duas oportunidades. Na esquerda, Fábio Coentrão foi utilizado como curinga. Ora na ponta, ora na ala, foi importantíssimo para o esquema tático português. Contribuiu, e muito, na missão bem-sucedida de bloquear o perigoso ataque brasileiro pelo lado direito.

Zagueiros: Líder de uma das poucas zagas que ainda não sofreram gols, Lugano fez um partidaço e anulou o ataque rival. Além disso, quase marcou um gol, após uma bela cabeçada. Se a Sérvia não passou de fase, um dos culpados foi o australiano Neill que, mesmo com a ingrata missão de marcar o grandalhão Zigic, não titubeou.

Meias: Ele marca, corre, arma a equipe e ainda aparece como centroavante. Realmente não tem como não elogiar o papel tático que o meia Honda exerce no Japão. Contra a Dinamarca, além de abrir o placar numa bela cobrança de falta, foi o cérebro de sua seleção. É o craque da rodada. Mesmo com a eliminação marfinense, Yaya Touré exibiu um grande futebol contra a Coréia do Norte. Mostrou que além de marcar bem, tem qualidade para fazer gols. Por último, vale destacar Donovan, grande líder da equipe norte-americana. Foi merecidamente premiado com o dramático gol que classificou os ianques.

Atacantes: Ao lado de seu xará Park Ji-Sung, Park Chu-Young é o atleta sul-coreano que pode desequilibrar. Marcou o gol da classificação no empate frente à Nigéria. Nesta rodada, Vittek mostrou muito oportunismo e faro de gol. Além de ajudar na surpreendente eliminação italiana, seus dois tentos anotados serviram para fazer com que o eslovaco virasse artilheiro da competição, ao lado de Higuaín e David Villa, um atacante que mostra técnica apurada, garra e velocidade. Hoje, o espanhol é certamente um dos melhores avantes do mundo.

Vale ressaltar que após os jogos das oitavas-de-final, teremos uma pequena prévia com a seleção do campeonato até o momento. Depois disso, só montarei a seleção ideal após a final. Até lá, quem quiser opinar, discutir ou discordar, pode ficar à vontade.